Bicicleta elétrica e cicloturismo: Isso combina?

O mestre Antonio Olinto conceitua cicloturismo da seguinte forma: “Cicloturismo nada mais é que fazer turismo utilizando como veículo a bicicleta ou viajar de bicicleta. Minha concepção de cicloturismo está profundamente ligada com minha experiência de vida e uma viagem de três anos e meio com bicicleta onde percorri 46.620 km em 34 países de quatro continentes”.

Ele ainda explica que uma característica básica do cicloturismo é percorrer longas distâncias, uma marca registrada do cicloturista é a carga na bicicleta, e há ainda uma mudança primordial na concepção do exercício físico, já que o cicloturista não procura recordes ou grandes velocidades, mas sim recreação e conhecimento.

Tomando por base as definições acima, seria possível incluirmos a bicicleta elétrica equiparada à bicicleta convencional, sem descaracterizar o conceito de cicloturismo?

Todo cicloturista que se preze vai afirmar que pedalar é uma fonte de grande prazer para ele. Mas nem todas as pessoas, em todos os lugares, são capazes de viajar com uma bicicleta, seja pela condição física ou até por fatores psicológicos, como o sentimento de incapacidade, seja por causas naturais, como muitos aclives ou ventos fortes.

Seria possível, com uma bicicleta elétrica, dar a oportunidade a essas pessoas de experimentar o cicloturismo?

A discussão, ao final, não é sobre substituir o ato de pedalar; é sobre fomentar a bicicleta e ampliar o alcance da experiência do cicloturismo.

Em agosto de 2013 (edição 31), publicamos como matéria de capa a viagem do pesquisador holandês Gijs Stevers, que percorreu 20 mil quilômetros do extremo norte europeu, em Cabo Norte, Noruega, até o extremo sul da África, em Cabo da Boa Esperança, com uma bicicleta elétrica. Sua jornada teve como propósito conhecer iniciativas em prol da energia renovável.

Perfeitamente em sintonia com este tema, Gijs afirmou à época: “eu sei que a bicicleta elétrica é menos sustentável do que uma bicicleta normal, e que eu não pude carregar sua bateria apenas usando energia renovável ao longo da viagem. No entanto, ela ainda é muito mais sustentável que qualquer outro meio de transporte. Poderia ter feito a viagem de moto, carro, transporte público, mas essas opções deixariam uma pegada maior no meio ambiente”.

Para ilustrar, ele afirmou que após a viagem instalou 16 painéis solares na casa de seus parentes e em duas semanas a instalação produziu a mesma quantidade de energia consumida pela e-bike nos 10 meses de viagem. Por contar com o auxílio elétrico, Gijs pôde transportar uma bagagem mais pesada, com cerca de 70 kg, um verdadeiro exagero para cicloturistas.

Na edição 55 dessa revista, Ruben Wanderley Filho, do grupo Os Dinossauros, contou que na travessia de 375 km que realizaram pelas Higlands Escocesas, alguns integrantes alugaram mountain bikes com assistência elétrica, as chamadas E-MTBs.

Ele conta que “as mountain bikes elétricas são hoje uma febre na Europa, principalmente para quem já atingiu uma certa idade, como é o caso da maioria do grupo que foi às Higlands, em torno dos 60 anos”. As bicicletas elétricas têm se tornando uma tendência, especialmente para casais e pessoas com diferentes idades, por possibilitar a equalização do ritmo da pedalada.

Segundo Ruben, é ilusão achar que a aventura perde importância por contar com o auxílio elétrico. Nas Higlands, por exemplo, o grupo de Ruben enfrentou muitas valas formadas pelo escoamento do degelo com pedras grandes e soltas, exigindo sempre aceleração extra para ultrapassá-las.

“O mais importante é curtir e se divertir nas trilhas”, afirma. Para ele, que estava fotografando a viagem, a E-MTB representou mais uma vantagem: já que o ninguém gosta de ficar parando para fotos, o auxílio elétrico permite uma retomada rápida para alcançar os demais.

Se você torceu o nariz tentando argumentar que bicicleta elétrica não é bicicleta, pense em como Melissa, Ruben, Gijs e tantos outros se sentiram ao viajar com suas bicicletas elétricas. Certamente, eles atraíram a curiosidade das pessoas, como é comum aos cicloturistas. Aproveitaram o caminho de uma forma que não seria possível como nenhum outro meio de transporte. Provaram da introspecção e do autoconhecimento que o cicloturismo oferece. E fizeram isso de uma maneira sustentável.

Alguns deles não teriam conseguido sem o auxílio elétrico, e essa característica inclusiva da e-bike é um complemento a este veículo mágico que se chama bicicleta.

 

Como um bom fornecedor influencia diretamente sobre a qualidade de seus produtos

Mantenha boas relações com seus fornecedores para oferecer sempre estoque de qualidade

As relações comerciais são formadas por uma cadeia de operações, envolvendo diversos agentes. Por exemplo, indústrias que extraem o minério de ferro o enviam à indústria de base, que o transforma em chapas. Indústrias modificadoras fazem desta chapa componentes para bicicletas, que são posteriormente encaminhadas a outras indústrias que fazem dela o produto final.
Mas não para por aí. A bicicleta, pronta, precisa sair da indústria onde está para ir ao atacadista. Depois, o atacadista envia ao varejista, que, por sua vez, realiza a comercialização ao consumidor final. Considere ainda que, em todos os processos de “encaminhamento” da matéria-prima à bicicleta pronta, várias empresas transportadoras fizeram parte da cadeia.

Exemplificamos esta cadeia de produção e comercialização para mostrar como é importante saber de onde seu produto vem, e assim atestar sua qualidade. Contar com o apoio e o trabalho de um bom fornecedor é fundamental para que isso possa acontecer adequadamente. Apenas um bom fornecedor conhecerá com clareza os caminhos e destinos daquela peça ou equipamento, podendo assim garantir que o produto que se vende possui a qualidade contratada.

Em suma, trabalhar com um fornecedor de confiança é garantia de trabalhar com produtos de qualidade, que se traduzem em satisfação e fidelização dos consumidores. Por isso, tenha uma boa relação dos fornecedores disponíveis e, na hora de decidir com qual fornecedor negociar, calcule sempre a relação entre custo e benefício.

Cuidado! Desconfie de preços absurdamente baixos oferecidos por fornecedores desconhecidos ou sem grande prestígio. Ele não pode garantir a procedência dos produtos, que podem ser roubados ou até mesmo sonegados da retenção de impostos do sistema tributário.

Compre peças e acessórios pela internet

As peças importadas para bicicleta oferecem performance e qualidade ímpar para qualquer ciclista que busca pedalar com precisão, conforto e segurança. Estas peças e equipamentos estão mais acessíveis do que se pensa, a pouquíssimos cliques de distância! O e-commerce se desenvolveu de maneira tão expressiva que hoje em dia é possível comprar todo o estoque de sua loja através da internet, com garantias de entrega e de bom funcionamento de todos os produtos.

Faça questão de manter uma boa gestão de seu negócio. Afinal, um comércio de peças, bikes e acessórios precisa ter os melhores produtos sempre à pronta entrega! Comprar peças importadas pela internet também representa economia em relação aos tradicionais fornecedores que eventualmente visitam sua loja. Pesquise, estude, faça cotações e veja como um bom fornecedor online pode transformar para melhor o estoque da sua loja e, consequentemente, a qualidade dos serviços oferecidos por sua empresa.

Acesseo site e tenha acesso a uma série de produtos para ciclistas para preencher seu estoque com produtos de altíssima qualidade.

Para facilitar ainda mais sua pesquisa, baixe o aplicativo para smartphones na loja de seu sistema operacional. São várias marcas de desempenho garantido para fazer com que seu estoque sempre ofereça as melhores opções a seus consumidores.

Saiba um pouco sobre os tipos de bicicletas.

Há registros de um projeto de algo parecido com uma bicicleta, datado do século XV, assinado por ninguém menos que Leonardo da Vinci. Só que, pelos registros históricos, o projeto nunca saiu do papel.

A primeira bicicleta que veio à luz surgiu na França em 1818, sendo batizada de “cavalinho-de-pau” pelos conterrâneos. A bicicleta não possuía pedais, que surgiram por intermédio do escocês Kirkpatrick Macmillan.

Desde então, a bicicleta evoluiu e se tornou elemento comum na rotina das pessoas, a tal ponto que, nos dias atuais, é o principal meio de transporte utilizado em várias cidades do mundo. Além do transporte, a bicicleta se tornou parceira do homem no trabalho, no lazer, no esporte, caso das “speed”, e na aventura, caso das “montain bike”. Elas podem ser divididas, de uma forma bem genérica, em duas categorias.

Bicicletas de passeio e utilitárias

 


– Bicicleta urbana – São desenvolvidas para uso nas cidades, tanto para transporte como para lazer. A principal característica das bicicletas urbanas são os pneus finos e sem cravos, adaptados ao asfalto. Usadas para o transporte, podem ter buzina, farol, lanterna, para-lamas e bagageiro. Primam pela estabilidade, mas têm dificuldades em subidas e em desenvolver velocidade.
– Dobráveis – A principal característica, como o nome já diz, é o fato desse tipo de bicicleta poder ser dobrado, o que a torna transportável em porta-malas e guardadas em pequenos espaços. Por suas características, são, inclusive, embarcáveis em ônibus, trens e até em barcas. Pesam, em média, 10 kg e seu uso é o mesmo das bicicletas urbanas.
– Bike Fixa (ou Fixec Gear Bike) – Por ter frenagem na roda traseira e dispensar, em alguns casos, o freio tradicional, esse tipo de bicicleta é mais leve que as tradicionais. Só se movimenta se o ciclista estiver pedalando, o que permite o controle absoluto da velocidade, mas não oferece o descanso da banguela.
– Bicicleta elétrica – São bicicletas alimentadas por baterias recarregáveis, desenvolvidas para pessoas com pouco preparo físico para encarar as subidas ou que desejem transportar mercadorias.
– Bicicleta infantil – São desenvolvidas para crianças que estão aprendendo a andar de bicicleta. Podem ter rodinhas auxiliares traseiras, para dar equilíbrio e confiança para o novo ciclista.
  – Bicicleta reclinada – Esse tipo de bicicleta tem por finalidade proporcionar maior conforto ao ciclista, sendo adequada para cobrir grandes distâncias. As reclinadas têm encosto e, por isso, sobrecarrega menos o pescoço e os ombros.

Bicicletas esportivas

 

– Mountain Bike – A Mountain bike se tornou extremamente popular por ser adequada a qualquer tipo de terreno, desde os mais dóceis aos mais hostis, como estradas de terra, neve, lama e terrenos acidentados, onde oferecem mais estabilidade que as demais. Podem ser equipadas com sistema de amortecimento e suspensão.
– Speed – São as bicicletas de corrida, ou estrada (Road Bike). Tem pneus finos, são leves e apropriadas para o asfalto, desenvolvendo grande velocidade, mas devem ser evitadas por iniciantes, pois possuem pouca aderência ao solo, o que a torna não recomendada para pisos escorregadios.
– Contra-Relógio ou Triathlon – São muito parecidas com as bicicletas speed porem com algumas características próprias como: tubo central (seat tube) com ângulos maiores, traseira encurtada com menor distancia entre o centro e o eixo traseiro e parte frente mais longa para proporcionar maior inclinação do ciclista que ainda pode contar com o uso de guidões aerodinâmicos.
– BMX – São bicicletas esportivas, desenvolvidas para corrida em pistas de terra, como no motocross. São elas as estrelas de modalidades radicais como o “Race” e o “Freestyle”. A principal característica é o desempenho, velocidade e potencial de manobra.
– Downhill (ou DH) – Duas características chamam atenção nesse modelo: o design bastante arrojado e a finalidade para a qual foi criada. A Downhill foi desenvolvida para decidas hostis, em terrenos irregulares e acidentados, com ocorrência de saltos, vãos e drops. Em resumo, uma bicicleta radical para quem gosta de viver radicalmente.
– Bike Trial – É mais uma bicicleta esportiva e muito radical nos hábitos. O Bike Trial é uma modalidade onde o objetivo é transpor obstáculos. É um derivado do Trial de motocicletas. O ciclista passa a maior parte do tempo controlando a bicicleta, que é robusta para suportar impacto dos saltos.