CBC lança protocolo de retorno do Ciclismo

CBC LANÇA PROTOCOLO DE RETORNO AOS TREINAMENTOS E COMPETIÇÕES DO CICLISMO

Documento reúne orientações técnicas e recomendações para a retomada gradual das atividades a partir do controle da atual pandemia.

Seguindo mais uma vez as diretrizes de enfrentamento e controle da COVID-19, e empenhada em compartilhar o máximo de informações possíveis com toda a comunidade ciclística, a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) elaborou o seu protocolo de retorno às atividades através do documento “Orientações e Recomendações para a Retomada do Ciclismo.

Apesar de ainda enfrentarmos um cenário desfavorável, seguimos confiantes à possibilidade de retorno às atividades, desde que sejam seguidas as determinações dos Órgãos de Saúde e também acatando as orientações das entidades de organização do esporte, e demais regulamentações Estaduais e Municipais.

O presidente da CBC, José Luiz Vasconcellos, comentou sobre a relevância de disponibilizar um documento com diretrizes a serem seguidas por todos os agentes do ciclismo nacional, principalmente os atletas e aficionados pela modalidade.

“Desde o início da atual pandemia, a CBC vem tomando todos os cuidados necessários e adotando medidas rigorosas de combate e controle do COVID-19. E uma das maiores preocupações está sendo compartilhar o máximo de informações possíveis com todos os envolvidos na modalidade. Desta Forma, elaboramos esse protocolo de retorno, que mesmo ainda dependendo do cenário evolutivo da doença, será muito importante para um retorno seguro e saudável”, destacou Vasconcellos.

Documento original:

Orientações e Recomendações para a Retomada do Ciclismo

Assessoria de Comunicação – CBC

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Ai que frio!!!

COMO A BICICLETA PODE AJUDAR A TRANSFORMAR OS PARÂMETROS PARA SENTIR O PRAZER DAS COISAS SIMPLES, COMO A DELÍCIA DE UM BANHO QUENTE DEPOIS DE UMA PEDALADA EM UM DIA FRIO.

Ao contrário de nossos amigos europeus, a chegada do inverno não é motivo de pesar. Vivemos em um país tropical e em várias regiões brasileiras o inverno é uma das estações mais agradáveis, pois o calor não é tão intenso e principalmente para quem vai viajar de bicicleta é ideal: chove pouco, os dias tem temperatura amena com céu azul e a noite esfria para que se possa dormir mais confortavelmente.

Morei dez anos em Curitiba, a capital mais fria do país. Com estações acentuadas ficava fascinado ao observar a diferença entre elas e posso dizer que não são muitos que gostam do frio.

Curitiba se transforma com o calor, as pessoas saem mais na rua, as moças usam menos roupa e parece que todos estão mais felizes. Observei o mesmo nos países europeus. Depois de passar o inverno todo encorujados dentro de confortáveis casas com calefação, no verão, meus amigos europeus queriam ficar o tempo todo fora de casa e aproveitar os longos períodos de claridade solar.

Analisando melhor percebi que meu fascínio estava ligado ao fato de ver e sentir o diferente. O europeu não compreendia por que eu queria passar o inverno pedalando pela Europa. Ora, pelo mesmo motivo que a estação mais concorrida de Gramado é o inverno: pessoas de todo país vão para lá na esperança de ver neve e ter uma experiência diferente.

© Rafaela Asprino

Todo ano a televisão faz a mesma matéria mostrando os sorrisos de turistas totalmente encapuzados brincando com a geada grossa que caiu na madrugada. As melhores matérias são aquelas onde o repórter entrevista um nordestino jogando bolas de neve. Claro, o sorriso dele é sempre mais brilhante, por razões óbvias.

O frio na viagem dá uma pitada a mais de aventura, pois agrega um desafio, um obstáculo extra e para quem gosta de ficar nas montanhas é uma constante. Mas mesmo quando tinha uma vida sedentária em Curitiba e ainda treinava para um dia poder viajar de bicicleta, sentia algo especial no frio que está além da preferência.

Quando acordava cedo no final de semana para treinar ficava o dia todo fora. Na região de Curitiba é comum que durante todo um dia a cor predominante seja o cinza, mas existe um ditado muito certo; “Névoa baixa, sol que racha”. Ou seja, na melhor das hipóteses começava o dia no frio e na névoa densa que tocando meu corpo transforma-se em gélidas gotículas. Em poucas horas o sol vinha finalmente reaquecer o corpo lentamente até chegar aos ossos. Logo a temperatura aumentava e tinha que parar para retirar as tantas roupas que me cobriam. À tarde o processo acontece ao reverso e voltava a me cobrir.

Lembro-me claramente de que quando treinava no final de semana, ao voltar para casa algo estava diferente. Tomava banho no mesmo local, com o mesmo chuveiro, sentava no mesmo sofá e preparava um jantar costumeiro, mas tudo parecia ter um sabor diferente, pois minha percepção mudava.

“SE TIVESSE OPTADO POR FICAR EM CASA, LOGO O CONFORTO DO MEU ACONCHEGANTE LAR SERIA COMO UMA PRISÃO QUE ME IMPÕE ATRAVÉS DE UMA PREGUIÇA CRÔNICA A IDEIA DE QUE ESTÁ FRIO LÁ FORA E NÃO É BOM PARA PEDALAR.”

© Rafaela Asprino

O frio do dia fazia com que a água quente do chuveiro se transformasse em uma carícia, uma massagem tirando a tensão da musculatura que involuntariamente tenta se aquecer pelo atrito da contração. O consumo de energia do exercício aumenta com a necessidade de aquecer o corpo e a fome amplia o paladar.

Vários músculos foram utilizados ao máximo, o ácido lático produzido me fazia sentir pequenas dores induzindo à imobilização enquanto meu organismo começa o lento trabalho de recuperar e aumentar a capacidade de todo o sistema. Para isto meu corpo entregava uma descarga de endorfina e sentia alegria no torpor de simplesmente ficar sentado em meu sofá.

Como é fácil perder a consciência das coisas. Os parâmetros do homem moderno têm sido tão confortáveis que perdemos a noção do que é realmente necessário para nosso contentamento. Nada melhor que trocar um pouco os parâmetros para voltar a sentir o prazer de coisas simples como sentar no sofá e ver um bom filme.

Se tivesse optado por ficar em casa, logo o conforto do meu aconchegante lar seria como uma prisão que me impõe através de uma preguiça crônica a ideia de que está frio lá fora e não é bom para pedalar. Ora, quem costuma viajar de bicicleta sabe que nunca chove o dia inteiro, nunca é frio o dia inteiro e sempre pode ficar mais quente enquanto estamos pedalando.

Pois são justamente as dificuldades enfrentadas durante o dia que fizeram aquele conforto me libertar ao invés de aprisionar, além de devolver sabor às coisas que já não era capaz de sentir.

Antes de começar meus treinamentos, no final do domingo, ao ouvir a música do Fantástico sabia que mais um fim de semana estava acabando. Lembrava-me de tudo o que queria fazer, mas não deu certo. Também vinha à mente as tantas coisas que me esperavam para serem resolvidas no escritório, acho que posso classificar meu sentimento como deprimente.

Quando comecei a treinar, nem a música do Fantástico conseguia me deprimir, pois o torpor da endorfina trazia a sensação de que, mesmo que não tivesse feito tudo que queria no final de semana, ganhara o dia com meu treino.

Você talvez nem goste de viajar de bicicleta, mas cada vez que encara um clima difícil com sua bicicleta o sentimento é igual. Quando volta para casa é como se tivesse ganhado o dia ao contrário de quando cede à preguiça e fica o dia todo enfurnado. A concentração de esforços nas dificuldades faz com que desconcentremos dos problemas do dia a dia de forma mais eficiente que quando nos dedicamos somente ao relaxamento puro e simples.

É incrível como surgem soluções durante as pedaladas, após um treino os problemas parecem menores ou mais simples. Na física, a inércia é uma propriedade da matéria que tende a mantê-la em seu estado, para vencê-la sempre é necessária alguma força. O ciclista sente isto todas as vezes que tem que arrancar e parar a bicicleta. Uma vez vencida a inércia do estático a tendência é que o corpo siga em movimento.

Da mesma forma, pode ser necessário um pouco de força no começo para pedalar no inverno, mas acredito que devemos sempre lembrar da importância de sairmos da zona de conforto, inclusive para poder apreciar seu valor.

© Rafaela Asprino

“QUEM COSTUMA VIAJAR DE BICICLETA SABE QUE NUNCA CHOVE O DIA INTEIRO, NUNCA É FRIO O DIA INTEIRO E SEMPRE PODE FICAR MAIS QUENTE ENQUANTO ESTAMOS PEDALANDO.”

Lojista, aproveite os feedbacks dos clientes

O dia a dia do lojista é muito intenso. É preciso dar conta de fornecedores, clientes, colaboradores, da aparência da loja, ter controle do estoque, enfim, são inúmeras atribuições que exigem tempo e dedicação.

Quando sobra tempo para você, lojista, parar e pensar nos pontos de melhoria do seu negócio? Estar em constante evolução é fundamental para se tornar competitivo no mercado. E sabe quem é o seu maior aliado nisso? Os seus clientes!

Os feedbacks de clientes valem ouro e você deve prestar muita atenção neles, pois é ali que estão seus pontos de melhoria. Veja como coletar e o que fazer com os feedbacks.

 

Como coletar feedback

Há duas formas: de maneira formal e de maneira informal.

• Feedback Formal: É quando a empresa abre um meio de comunicação para isso. Pode ser por meio de um questionário rápido enviado por e-mail para o cliente, ou por meio das caixinhas físicas de sugestões que normalmente ficam próximo ao caixa.

• Feedback Informal: É aquele do dia a dia, onde o cliente tem uma reclamação ou elogio, ele pode ser de forma presencial ou digital, por meio das redes sociais. É importante treinar toda a sua equipe para entender a importância que um feedback tem para o negócio. Não é um cliente reclamando, é um cliente oferecendo a sua loja uma oportunidade de melhoria.

É claro que nem sempre o cliente tem razão, por isso, é seu dever como lojista conseguir analisar e filtrar os feedbacks que realmente merecem a ação para a melhoria. Essa é uma parte bastante difícil, pois o lojista deve sair da sua posição de dono e se manter neutro no feedback para conseguir filtrar de maneira correta.

O que fazer com um feedback?

O feedback pode ser positivo ou negativo. O positivo também deve ser considerado bom, pois afirma pontos bons relacionados ao seu negócio e que você deve se esforçar para manter. Sempre agradeça ao cliente pelo feedback positivo e informe que a loja vai se esforçar ao máximo para manter essa característica sempre forte.

Já o negativo, deve ser recebido com paciência, mesmo que o cliente esteja alterado. Brigar com o cliente nunca é uma boa ideia. Quem estiver recebendo o feedback negativo deve também agradecer o tempo que o cliente está usando para oferecer um ponto de melhoria para a loja. Depois, informe que a opinião dele é importante e que ele foi ouvido, que o feedback será passado para os responsáveis.

É importante ter uma gestão de feedbacks onde dê para fazer o registo de todos eles. Depois, você, como lojista, pode identificar quantas vezes houve a mesma reclamação ou elogio e conseguir definir de forma clara e coerente quais são os verdadeiros pontos de melhoria.

Depois dos pontos identificados, é hora de criar um plano de ação. Se o feedback negativo é que os provadores estão sujos, por exemplo, invista em uma nova rotina de limpeza para esse ambiente e assim por diante.

Por último, é importante informar ao cliente que ele foi ouvido. Por exemplo, comunicar que a loja recebeu vários feedbacks sobre a limpeza dos provadores e que o plano de ação foi criado e está sendo executado.

O seu cliente é a maior fonte de pontos de melhoria na sua loja. Dê a devida atenção e agradeça-o. É melhorando a cada dia que a sua loja conquistará mais clientes e se destacará no ramo de mercado em que atua.

BMX – A origem

Califórnia, final da década de 1960. O motocross reinava nos Estados Unidos como um esporte muito popular. Imaginaram criar uma versão da brincadeira com bicicletas. Porque, na verdade, era brincadeira de gente grande. Crianças e adolescentes morriam de vontade de fazer as macaquices que os pilotos faziam com suas motos, mas não podiam. Aí eles se contentavam em corridas de bicicleta, construindo suas próprias pistas. Até se vestiam como pilotos de motocross.

Bicycle Moto Cross, ou BMX, nasceu assim, e caiu nas graças de muita gente. Podia-se fazer pistas em praticamente qualquer lugar, perto de casa. Não apresentava grandes custos para quem se aventurava a praticar. O que isso quer dizer? Sucesso instantâneo. Logo, já estava em outros países, por exemplo, chegou na Europa lá por 1978. Virou modalidade séria, com federação e tudo. Nos EUA, o organismo criado para supervisionar a vertente data do início da década de 1970. Na Europa, a Federação Internacional de BMX foi criada em 1981, e já no ano seguinte, disputou-se o primeiro Campeonato Mundial.

Com o tempo, o BMX foi criando personalidade própria e se distanciando das características herdadas pelo motocross. Em 1993, ficou totalmente sob a tutela da UCI.

O BMX se divide em dois estilos:

Supercross – faz parte do programa olímpico. Consiste em um circuito de 350 metros com oito pilotos descendo de uma rampa de oito metros de altura. Eles seguem por uma pista com muitos saltos, curvas com relevos e seções planas.

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© RedBull

Freestyle – feita de movimentos e sequências de truques. Pode ser realizado em terrenos planos, ruas, pistas de terra, em canos ou em rampas construídas. Nas competições, os corredores são avaliados pela qualidade de desempenho (dificuldade, originalidade e estilo).

Freestyle
© GT Bicycles

E o BMX Freestyle se ramifica em várias disciplinas:

Parque

Disciplina olímpica.

Nas competições de BMX no parque, os corredores executam uma sequência de truques em diferentes obstáculos num parque próprio para os corredores de BMX.

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© RedBull

Vert

A palavra vert é a abreviação de vertical. Consiste em executar truques numa rampa em formato U, com cerca de quatro metros de altura. Os lados da rampa são verticais no topo. Os melhores atletas saltam 4,5 metros acima da rampa. O Vert é uma especialidade muito exigente, requerendo vários anos de experiência e prática.

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© RedBull

Flat

Aqui, o corredor produz uma série de exercícios, exclusivamente em terreno plano, geralmente equilibrando-se em uma roda.

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© RedBull

Street

Como o próprio nome indica, esta modalidade ocorre na rua. Os corredores usam obstáculos urbanos (muros, bordas, bancos, grades…) para realizar diversas manobras. O princípio da rua é explorar, procurando novos terrenos que possam ser utilizados para executar movimentos técnicos.

© RedBull

Dirt

Os corredores realizam truques em montes de terra, que são moldados para executar grandes saltos. Com vários metros de altura, os saltos são extremamente espetaculares. Os corredores são avaliados pela execução bem-sucedida dos vários exercícios, durante os saltos, juntamente com o seu grau de dificuldade.

(Foto: http://dk.rockstarenergy.com/actionsports/bmx/tj-ellis-1)

Como criar a loja virtual de sua bikeshop

A forma de consumo mudou e as compras estão ganhando força no meio digital. As lojas devem estar atentas às tendências e precisam oferecer diferentes formas de compra para os consumidores.

Se você tem uma bikeshop e ainda não oferece uma loja virtual, ligue o alerta vermelho, pois você pode estar perdendo várias vendas por causa disso. Hoje em dia, as lojas devem se adaptar às preferências de cada cliente e oferecer diversas possibilidades de compra. Isso dá mais poder de escolhas para seus clientes.

Veja como criar a sua loja bikeshop virtual e começar a criar credibilidade no mundo digital.

Escolha a plataforma

Felizmente, há plataformas prontas na Internet que possuem toda a estrutura e segurança para você personalizar e criar uma loja online. Isso facilita muito a vida dos donos de negócios, pois não é necessário ter habilidades de programação para colocar uma loja virtual no ar. Veja algumas plataformas disponíveis no mercado:

• Shopify: Uma das mais populares no mundo do e-commerce, o Shopify oferece modelos prontos e de fácil configuração. O sistema tem design responsivo, que significa que são otimizadas para funcionamento por meio de celular, computadores e tablets. Ele oferece grandes possibilidades de relacionar a sua loja com suas redes sociais e usuários, por meio do < ahref=” https://www.facebook.com/business/help/651294705016616″> Pixel do Facebook.

• Wix: O grande diferencial do Wix é que ele permite colocar o PayPal como opção de pagamento, bem como cartões de crédito e opção de boletos bancários. Outro diferencial é a possibilidade de planejar cupons de desconto para seus clientes.

• Magento: O diferencial desta plataforma são os planos com valores acessíveis e as diversas extensões gratuitas que a equipe da ferramenta disponibiliza. Ele ganha pontos quando o assunto é flexibilidade e personalização.

• Drupal: Se você tem conhecimentos de desenvolvimento, vai gostar do Drupal. Trata-se de uma ferramenta de código aberto e permite que você faça a total personalização por meio dos códigos adicionados.

 

Personalize com a sua identidade visual

A sua loja virtual e física deve ter a “mesma cara”, por isso, é importante você investir tempo personalizando a loja com as cores da sua marca e seu logo. Busque um visual atraente e que mantenha o design e navegação de forma intuitiva.

Cadastre os produtos

Essa parte é bastante trabalhosa, pois você deve cadastrar todos os produtos que você deseja vender na loja. Além de fotos atrativas, é fundamental você disponibilizar informações completas de cada produto para que o cliente não abandone a sua loja virtual porque teve dúvidas sobre o produto.

Invista tempo fotografando e adicionando todas as informações sobre os produtos, isso será decisivo para o sucesso da sua loja online.

Ofereça diversas opções de pagamento

É o cliente que deve escolher a melhor forma para pagar pelo produto, por isso, se o seu fluxo de caixa permitir, ofereça diversas possibilidades de pagamento para o cliente, incluindo descontos para pagamento via boleto e opções de parcelamento.

Crie calendário de campanhas promocionais

Seja dia das crianças, Black Friday, Natal, é importante que seu e-commerce entre no clima e crie campanhas para chamar a atenção dos clientes. Elas podem envolver descontos, frete grátis ou brindes. A concorrência é grande e você precisa estar em constante atualização para conseguir se manter competitivo.

Agora que você já sabe como criar uma loja online para a sua bikeshop, que tal colocar a mão na massa e começar 2020 com um e-commerce de sucesso para o seu negócio? Para manter a sua loja com os melhores produtos para seu cliente, acesse o nosso site e navegue pela diversidade de bikes e acessórios que você comprar e vender online.

Qual a diferença entre garfo e suspensão para bicicleta

Se você gosta de andar de bike, seja qual for o motivo, por esporte ou apenas locomoção, já percebeu que há algumas opções quando o assunto é a escolha de peças? Isso porque em alguns casos é preciso escolher entre uma peça e outra a depender de suas vantagens. O garfo e a suspensão para bicicleta são exemplos disso.

Sabemos que o uso pode ser muito amplo, como praticantes de mountain bike, pessoas que usam a bicicleta para trabalho e locomoção em geral, para apenas perder peso, enfim. A melhor alternativa, então, é saber para que serve cada um deles e relacionar com o uso da sua bike. Assim, fica mais fácil saber qual é a peça que mais se encaixa nas suas necessidades enquanto ciclista.

 

O que é e para que serve o garfo rígido?

O garfo rígido é a peça entre o guidom e a roda dianteira, ele é responsável por reduzir o peso da bicicleta. Podemos encontrar no mercado modelos em materiais como alumínio, com cerca de 1,2 quilos, além da fibra de carbono, que pode chegar a um peso ainda menor do que 1 quilo.

A função da peça, principalmente quando mais leve, é ajudar a ganhar velocidade durante o uso da bike. Também é ideal em subidas, pois ajuda a firmar o pneu no chão, trazendo maior estabilidade. Em contrapartida, pode ser mais difícil passar por locais com pedras, por exemplo, ou ainda, ficar com os braços mais cansados.

A suspensão para bicicleta e a sua função

A suspensão é uma ferramenta que auxilia o ciclista a amortecer os impactos durante o trajeto. A peça pode chegar ao peso de quase dois quilos, deixando a dianteira um pouco mais alta. A suspensão torna muito mais fácil e até segura a passagem por terrenos acidentados, pois a peça serve como amortecedor em altas velocidades.

Entretanto, pode ser mais difícil fazer subidas, principalmente pelo peso da peça, e até mesmo manter a estabilidade da velocidade em locais retos. Isso pode gerar uma perda de rendimento para o ciclista por conta da dificuldade em manter a mesma velocidade em diferentes terrenos.

Como escolher entre a suspensão e o garfo

Quando falamos sobre essas duas peças e suas funções, não existe um certo e errado, mas a finalidade e observação das demandas do ciclista. Se você utiliza a sua bicicleta para trajetos simples do dia a dia ou mesmo para fazer um exercício físico, pode ser que o garfo seja o ideal, pela leveza e facilidade em subidas.

Já se a sua finalidade com a bicicleta é praticar esportes, tais como trilhas, por exemplo, a suspensão pode trazer maior segurança e facilitar o uso em terrenos acidentados. Então, o ideal é avaliar as suas necessidades e adquirir a peça que apresente maiores vantagens dentro do seu contexto.

Quando compreendemos a função da peça fica muito mais fácil entender qual é a que mais se aproxima do ideal para nosso contexto. Agora você já sabe escolher entre suspensão e garfo rígido para a sua bicicleta!

Bicicleta elétrica e cicloturismo: Isso combina?

O mestre Antonio Olinto conceitua cicloturismo da seguinte forma: “Cicloturismo nada mais é que fazer turismo utilizando como veículo a bicicleta ou viajar de bicicleta. Minha concepção de cicloturismo está profundamente ligada com minha experiência de vida e uma viagem de três anos e meio com bicicleta onde percorri 46.620 km em 34 países de quatro continentes”.

Ele ainda explica que uma característica básica do cicloturismo é percorrer longas distâncias, uma marca registrada do cicloturista é a carga na bicicleta, e há ainda uma mudança primordial na concepção do exercício físico, já que o cicloturista não procura recordes ou grandes velocidades, mas sim recreação e conhecimento.

Tomando por base as definições acima, seria possível incluirmos a bicicleta elétrica equiparada à bicicleta convencional, sem descaracterizar o conceito de cicloturismo?

Todo cicloturista que se preze vai afirmar que pedalar é uma fonte de grande prazer para ele. Mas nem todas as pessoas, em todos os lugares, são capazes de viajar com uma bicicleta, seja pela condição física ou até por fatores psicológicos, como o sentimento de incapacidade, seja por causas naturais, como muitos aclives ou ventos fortes.

Seria possível, com uma bicicleta elétrica, dar a oportunidade a essas pessoas de experimentar o cicloturismo?

A discussão, ao final, não é sobre substituir o ato de pedalar; é sobre fomentar a bicicleta e ampliar o alcance da experiência do cicloturismo.

Em agosto de 2013 (edição 31), publicamos como matéria de capa a viagem do pesquisador holandês Gijs Stevers, que percorreu 20 mil quilômetros do extremo norte europeu, em Cabo Norte, Noruega, até o extremo sul da África, em Cabo da Boa Esperança, com uma bicicleta elétrica. Sua jornada teve como propósito conhecer iniciativas em prol da energia renovável.

Perfeitamente em sintonia com este tema, Gijs afirmou à época: “eu sei que a bicicleta elétrica é menos sustentável do que uma bicicleta normal, e que eu não pude carregar sua bateria apenas usando energia renovável ao longo da viagem. No entanto, ela ainda é muito mais sustentável que qualquer outro meio de transporte. Poderia ter feito a viagem de moto, carro, transporte público, mas essas opções deixariam uma pegada maior no meio ambiente”.

Para ilustrar, ele afirmou que após a viagem instalou 16 painéis solares na casa de seus parentes e em duas semanas a instalação produziu a mesma quantidade de energia consumida pela e-bike nos 10 meses de viagem. Por contar com o auxílio elétrico, Gijs pôde transportar uma bagagem mais pesada, com cerca de 70 kg, um verdadeiro exagero para cicloturistas.

Na edição 55 dessa revista, Ruben Wanderley Filho, do grupo Os Dinossauros, contou que na travessia de 375 km que realizaram pelas Higlands Escocesas, alguns integrantes alugaram mountain bikes com assistência elétrica, as chamadas E-MTBs.

Ele conta que “as mountain bikes elétricas são hoje uma febre na Europa, principalmente para quem já atingiu uma certa idade, como é o caso da maioria do grupo que foi às Higlands, em torno dos 60 anos”. As bicicletas elétricas têm se tornando uma tendência, especialmente para casais e pessoas com diferentes idades, por possibilitar a equalização do ritmo da pedalada.

Segundo Ruben, é ilusão achar que a aventura perde importância por contar com o auxílio elétrico. Nas Higlands, por exemplo, o grupo de Ruben enfrentou muitas valas formadas pelo escoamento do degelo com pedras grandes e soltas, exigindo sempre aceleração extra para ultrapassá-las.

“O mais importante é curtir e se divertir nas trilhas”, afirma. Para ele, que estava fotografando a viagem, a E-MTB representou mais uma vantagem: já que o ninguém gosta de ficar parando para fotos, o auxílio elétrico permite uma retomada rápida para alcançar os demais.

Se você torceu o nariz tentando argumentar que bicicleta elétrica não é bicicleta, pense em como Melissa, Ruben, Gijs e tantos outros se sentiram ao viajar com suas bicicletas elétricas. Certamente, eles atraíram a curiosidade das pessoas, como é comum aos cicloturistas. Aproveitaram o caminho de uma forma que não seria possível como nenhum outro meio de transporte. Provaram da introspecção e do autoconhecimento que o cicloturismo oferece. E fizeram isso de uma maneira sustentável.

Alguns deles não teriam conseguido sem o auxílio elétrico, e essa característica inclusiva da e-bike é um complemento a este veículo mágico que se chama bicicleta.

 

10 dicas para encarar subidas de bicicleta

Andar de bicicleta é uma ótima opção de lazer, meio de transporte e atividade física. Quem começa não quer mais parar, logo se apaixona pelo ciclismo e quer ir além, superando desafios e ultrapassando as barreiras do próprio corpo. Após aumentar as distâncias percorridas e realizar os mesmos trajetos em cada vez menos tempo, um dos grandes obstáculos a se encarar são as subidas.

Os iniciantes podem ficar com medo e até mesmo evitar subidas muito inclinadas, principalmente em ciclovias próximas a vias muito movimentadas. A boa notícia é que é possível superar esse medo seguindo algumas dicas, e em pouco tempo você vai se surpreender com o seu desempenho pedalando qualquer subida.

10 dicas para encarar subidas de bicicleta

1 – Postura. Pedalar em pé te permite ir mais rápido, embora seja mais cansativo. Isso vai depender da distância da subida. O ideal em subidas é tentar equilibrar a força por todo o corpo, dividindo o peso.
2 – Ajuste. A distância entre banco e pedal pode evitar dores e tornar a subida mais fácil. Para ajustar a altura, sente-se na bicicleta e coloque o pé nos pedais. O ideal é que, quando o pedal estiver na parte mais baixa da curvatura da pedalada, a sua perna fique quase totalmente esticada.
3 – Respiração. Inspire e expire devagar, mantenha um ritmo de respiração calmo e constante. Dessa forma, fica mais fácil ter fôlego até o final da subida.
4 – Relaxe. Relaxar a parte superior do corpo facilita a respiração e deixa a pedalada mais leve. Manter a cabeça pra frente e a coluna ereta também são formas de tornar a subida mais tranquila.
5 – Devagar e sempre. Essa dica vale principalmente para o começo da subida, assim você poupa energia para todo o trajeto.
6 – Ritmo. Manter um ritmo de 90 RPM é ideal para evitar que o ciclista se canse rápido demais. Para quem não entende o termo específico, tente manter uma volta e meia do pedal a cada segundo.

7 – Zigue-zague. Esta dica vale para trilhas e parques. Pedalar em zigue-zague ajuda a diminuir a elevação da subida, apesar de prolongar um pouco o trajeto. Só não use essa dica em ciclovias com carros próximos, pois pode ser perigoso por não ter o espaço necessário.
8 – Pesquise. Conheça o caminho antes de sair de casa. Pergunte a amigos que já fizerem o trajeto ou pesquise na internet. Dessa forma você pode conseguir dicas específicas sobre a subida que precisa encarar.
9 – Transpiração. Use roupas especiais e leve uma garrafa de água. Uma subida exige mais esforço para pedalar do que terrenos planos.
10 – Confiança. Acreditar que você é capaz certamente tornará a subida mais leve.

Se apesar dessas dicas você ainda está inseguro e sente que precisa de mais um tempo para ter mais força muscular e disposição física, desça da bicicleta e faça a subida andando ou mude de caminho. Cada pessoa tem seu ritmo e seu tempo, e nenhum ciclista nasce da noite para o dia.

Pensando em usar a bicicleta na sua rotina? Saiba se é melhor comprar ou alugar

O ciclismo é uma das atividades físicas com mais adeptos. Isso acontece pela facilidade e acessibilidade do esporte. São inúmeros benefícios para a saúde e até mesmo para o meio ambiente, ao diminuir o impacto de outros meios de transporte movidos pela queima de combustível. Com tudo isso em mente, muitas pessoas estão usando a bicicleta no dia a dia, para ir ao trabalho ou faculdade, para reunir amigos e até mesmo para viajar.
Se você está planejando aderir à bicicleta na sua rotina, mas ainda tem dúvidas sobre como começar, fique de olhos nas dicas a seguir e entenda se para o seu caso é melhor comprar uma bike ou alugar pela cidade quando precisar.

Bicicleta: comprar ou alugar?

O primeiro passo é analisar o seu orçamento. Como está no momento e qual a previsão para os próximos meses? Quanto você gasta com carro ou com transporte público e vai economizar com a bicicleta? Essa análise permite uma escolha consciente e evita dívidas.
Em seguida, avalie como será a utilização da bicicleta. Se for alugada, será fácil seguir da sua casa aos pontos de aluguel? Os locais que você frequenta contam com pontos de aluguel e bicicletários? Você vai usar a bicicleta por mais de uma hora com frequência?
Em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, é possível encontrar diversos pontos que oferecem aluguel de bike de forma gratuita. Em alguns casos, é preciso pagar R$5 após uma hora de uso. Esta é uma boa opção para quem fará trajetos curtos e às vezes vai completar o percurso com transporte público.

Caso decida comprar uma bicicleta você ainda pode escolher entre uma nova ou uma usada. Comprar uma bike usada pode ser mais econômico e também mais seguro. Bicicletas modernas e novas podem ser visadas por assaltantes e você precisaria de um cuidado extra no dia a dia. Esses modelos são mais recomendados para ciclistas que participam de competições e precisam de modelos específicos.
Além da bicicleta você precisará de outros itens, principalmente se optar pela compra. Cadeados, correntes, mochilas e roupas próprias para ciclistas podem ser necessários. Você pode, ainda, precisar de equipamentos de segurança pessoal, como capacetes e joelheiras. Esses acessórios vão variar de acordo com a forma de uso e com os trajetos percorridos.
Se escolher pela compra, sempre observe bem o modelo antes de fechar negócio. Verifique a altura do banco e do guidão, e se os mesmos são ajustáveis facilmente. Avalie se você precisa de um modelo com marchas ou não, analise tamanho das rodas e o peso total da bike. Evite comprar por impulso, você pode se arrepender depois e ficar no prejuízo.
Com essas dicas em mãos, avalie se é melhor comprar ou alugar de acordo com as suas necessidades pessoais. Uma opção é passar um tempo alugando antes de fazer uma escolha final. Dessa forma, você pode avaliar de fato as vantagens e desvantagens do aluguel e observar se você realmente precisa investir em uma bike própria!