Lojista, aproveite os feedbacks dos clientes

O dia a dia do lojista é muito intenso. É preciso dar conta de fornecedores, clientes, colaboradores, da aparência da loja, ter controle do estoque, enfim, são inúmeras atribuições que exigem tempo e dedicação.

Quando sobra tempo para você, lojista, parar e pensar nos pontos de melhoria do seu negócio? Estar em constante evolução é fundamental para se tornar competitivo no mercado. E sabe quem é o seu maior aliado nisso? Os seus clientes!

Os feedbacks de clientes valem ouro e você deve prestar muita atenção neles, pois é ali que estão seus pontos de melhoria. Veja como coletar e o que fazer com os feedbacks.

 

Como coletar feedback

Há duas formas: de maneira formal e de maneira informal.

• Feedback Formal: É quando a empresa abre um meio de comunicação para isso. Pode ser por meio de um questionário rápido enviado por e-mail para o cliente, ou por meio das caixinhas físicas de sugestões que normalmente ficam próximo ao caixa.

• Feedback Informal: É aquele do dia a dia, onde o cliente tem uma reclamação ou elogio, ele pode ser de forma presencial ou digital, por meio das redes sociais. É importante treinar toda a sua equipe para entender a importância que um feedback tem para o negócio. Não é um cliente reclamando, é um cliente oferecendo a sua loja uma oportunidade de melhoria.

É claro que nem sempre o cliente tem razão, por isso, é seu dever como lojista conseguir analisar e filtrar os feedbacks que realmente merecem a ação para a melhoria. Essa é uma parte bastante difícil, pois o lojista deve sair da sua posição de dono e se manter neutro no feedback para conseguir filtrar de maneira correta.

O que fazer com um feedback?

O feedback pode ser positivo ou negativo. O positivo também deve ser considerado bom, pois afirma pontos bons relacionados ao seu negócio e que você deve se esforçar para manter. Sempre agradeça ao cliente pelo feedback positivo e informe que a loja vai se esforçar ao máximo para manter essa característica sempre forte.

Já o negativo, deve ser recebido com paciência, mesmo que o cliente esteja alterado. Brigar com o cliente nunca é uma boa ideia. Quem estiver recebendo o feedback negativo deve também agradecer o tempo que o cliente está usando para oferecer um ponto de melhoria para a loja. Depois, informe que a opinião dele é importante e que ele foi ouvido, que o feedback será passado para os responsáveis.

É importante ter uma gestão de feedbacks onde dê para fazer o registo de todos eles. Depois, você, como lojista, pode identificar quantas vezes houve a mesma reclamação ou elogio e conseguir definir de forma clara e coerente quais são os verdadeiros pontos de melhoria.

Depois dos pontos identificados, é hora de criar um plano de ação. Se o feedback negativo é que os provadores estão sujos, por exemplo, invista em uma nova rotina de limpeza para esse ambiente e assim por diante.

Por último, é importante informar ao cliente que ele foi ouvido. Por exemplo, comunicar que a loja recebeu vários feedbacks sobre a limpeza dos provadores e que o plano de ação foi criado e está sendo executado.

O seu cliente é a maior fonte de pontos de melhoria na sua loja. Dê a devida atenção e agradeça-o. É melhorando a cada dia que a sua loja conquistará mais clientes e se destacará no ramo de mercado em que atua.

BMX – A origem

Califórnia, final da década de 1960. O motocross reinava nos Estados Unidos como um esporte muito popular. Imaginaram criar uma versão da brincadeira com bicicletas. Porque, na verdade, era brincadeira de gente grande. Crianças e adolescentes morriam de vontade de fazer as macaquices que os pilotos faziam com suas motos, mas não podiam. Aí eles se contentavam em corridas de bicicleta, construindo suas próprias pistas. Até se vestiam como pilotos de motocross.

Bicycle Moto Cross, ou BMX, nasceu assim, e caiu nas graças de muita gente. Podia-se fazer pistas em praticamente qualquer lugar, perto de casa. Não apresentava grandes custos para quem se aventurava a praticar. O que isso quer dizer? Sucesso instantâneo. Logo, já estava em outros países, por exemplo, chegou na Europa lá por 1978. Virou modalidade séria, com federação e tudo. Nos EUA, o organismo criado para supervisionar a vertente data do início da década de 1970. Na Europa, a Federação Internacional de BMX foi criada em 1981, e já no ano seguinte, disputou-se o primeiro Campeonato Mundial.

Com o tempo, o BMX foi criando personalidade própria e se distanciando das características herdadas pelo motocross. Em 1993, ficou totalmente sob a tutela da UCI.

O BMX se divide em dois estilos:

Supercross – faz parte do programa olímpico. Consiste em um circuito de 350 metros com oito pilotos descendo de uma rampa de oito metros de altura. Eles seguem por uma pista com muitos saltos, curvas com relevos e seções planas.

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© RedBull

Freestyle – feita de movimentos e sequências de truques. Pode ser realizado em terrenos planos, ruas, pistas de terra, em canos ou em rampas construídas. Nas competições, os corredores são avaliados pela qualidade de desempenho (dificuldade, originalidade e estilo).

Freestyle
© GT Bicycles

E o BMX Freestyle se ramifica em várias disciplinas:

Parque

Disciplina olímpica.

Nas competições de BMX no parque, os corredores executam uma sequência de truques em diferentes obstáculos num parque próprio para os corredores de BMX.

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© RedBull

Vert

A palavra vert é a abreviação de vertical. Consiste em executar truques numa rampa em formato U, com cerca de quatro metros de altura. Os lados da rampa são verticais no topo. Os melhores atletas saltam 4,5 metros acima da rampa. O Vert é uma especialidade muito exigente, requerendo vários anos de experiência e prática.

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© RedBull

Flat

Aqui, o corredor produz uma série de exercícios, exclusivamente em terreno plano, geralmente equilibrando-se em uma roda.

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© RedBull

Street

Como o próprio nome indica, esta modalidade ocorre na rua. Os corredores usam obstáculos urbanos (muros, bordas, bancos, grades…) para realizar diversas manobras. O princípio da rua é explorar, procurando novos terrenos que possam ser utilizados para executar movimentos técnicos.

© RedBull

Dirt

Os corredores realizam truques em montes de terra, que são moldados para executar grandes saltos. Com vários metros de altura, os saltos são extremamente espetaculares. Os corredores são avaliados pela execução bem-sucedida dos vários exercícios, durante os saltos, juntamente com o seu grau de dificuldade.

(Foto: http://dk.rockstarenergy.com/actionsports/bmx/tj-ellis-1)

Soluções elétricas para viagens de aventura

A mobilidade em nossos equipamentos essenciais tem sido cada vez mais trivial, entretanto, a cada novo equipamento que a tecnologia lhe oferece, você terá uma nova bateria com um novo carregador específico que terá que ser carregada em algum lugar.

GPS, SPOT, máquina fotográfica, filmadora, aparelhos para ouvir música, celular, leitor de eBook, tablet, laptop… e assim por diante. Uma excelente opção é resumir todos esses equipamentos em um único smartphone, ou coisa parecida.

Apesar do smartphone ser eficiente em suas funções, é bom lembrar que não terá a mesma performance que cada um desses equipamentos oferece de forma isolada. Mesmo assim, para quem deseja, por exemplo, produzir fotos ou vídeos um pouco melhores, poderá comprar acessórios como lentes e microfones que se adaptam ao seu aparelho. Outros podem preferir escrever de forma mais agradável utilizando teclados externos, ou ainda podem adquirir pequenas caixas de som para um áudio de qualidade e tantos outros acessórios que melhoram o desempenho do smartphone em alguma função específica que deseja.

Por outro lado, concentrando todas as suas necessidades em um único equipamento, se algo acontecer com ele todos os recursos e facilidades estarão perdidos. Isso sem falar no significante aumento em consumo de eletricidade que esse aparelho irá sofrer durante a viagem.

Com Eddy, o amigo belga em Ladakh. © Rafaela Asprino

É importante saber suas reais necessidades para não ficar sem carga no meio do caminho, dependendo da situação terá que economizar o uso de seus aparelhos. Se em seu roteiro pretende dormir em pousadas ou albergues, poderá carregar suas baterias durante a noite. Se utilizar um único aparelho para tudo é bom ter sempre uma ou duas baterias extras conforme a intensidade de uso, ou então, lançar mão de bancos de baterias, que nada mais são que bateiras maiores (ou um conjunto de baterias) que, uma vez carregadas, podem carregar baterias menores, geralmente através de uma saída USB.

Para quem deseja ter ainda mais autonomia, os dínamos modernos, instalados dentro do cubo da roda dianteira, têm uma eficiência incrível, e praticamente não pesam nas pedaladas. A saída é de 6 volts, 3 watts, mas através de um adaptador se converte em um carregador USB (5 volts com 500 mA).

Conhecemos um belga em Ladakh que utilizava seu smartphone para tudo e, através do dínamo, após algumas três ou quatro horas de pedal, o aparelho já acusava carga completa (de 40% chegava aos 100% de carga). Atualmente ele utiliza um sistema ainda mais elaborado que carrega uma bateria maior para depois, também através de uma saída USB, carregar seu aparelho. Com isso consegue uma saída mais potente (5 volts com 1.000 mA).

Levei uma grande placa solar para Ladakh, mas minha adaptação ficou muito delicada. Só podia abrir a placa na hora do almoço ou no acampamento. © Rafaela Asprino

A eletricidade é um bem cada vez mais acessível em todo o mundo. Sem ela o consumo, mola mestre do mercado de capital, fica muito limitado. São raros os locais do mundo onde não temos acesso à eletricidade.

Em nossas últimas viagens pedalamos por regiões com sérias restrições na oferta de eletricidade e apesar dos problemas que isso nos gera, ficamos felizes em conviver com pessoas pouco influenciadas pelos meios de comunicação de massa e, consequentemente, pelo consumismo.

Uma das vertentes de nosso projeto para divulgar o cicloturismo no Brasil são viagens de aventura. Enquanto em nossos guias oferecemos informações precisas, com duas casas depois da vírgula, para incentivar aventuras de bicicleta, editamos um documentário de cada viagem que fazemos com o fim de dar dicas, disseminar o conhecimento de locais pouco comuns para viajar e aguçar o interesse dos cicloturistas em viagens de aventura.

Não somos fortes, por isso temos que ser estritos em nossos equipamentos, mesmo assim, na última viagem levamos quase cinco quilos em equipamentos elétricos e eletrônicos para poder bem coletar as imagens dos documentários (quase o dobro do peso de nossa barraca).
As baterias de nossos equipamentos trabalham com 7,2 volts (quase um padrão entre as câmeras), isso é quase o dobro dos 3,7 volts da bateria de um smartphone. O dínamo não é uma solução para nós.

© Rafaela Asprino

No motor home a energia solar tem se mostrado a mais eficiente para nosso estilo de vida (econômico e independente) e decidimos utilizá-la em nossas viagens de bicicleta, pois, no geral, para carregar uma bateria, não é necessário uma fonte poderosa de eletricidade, e sim constância de fornecimento de eletricidade por longo período.

Em Ladakh, reaproveitei uma placa solar dobrável que utilizava no motor home (com saída de 12 volts, 12 watts, 1.000mA). Reconheço que meus trabalhos de “reaproveitamento” a deixaram bem compacta, mas ficou delicada demais para ser utilizada durante as pedaladas. Só podia abrir a placa quando parava para almoçar ou armar o acampamento.

Em nossa última viagem testei uma compacta placa solar dobrável de 500 gramas que produz até 7 watts. Apesar de menos poderosa, deu conta do recado, pois era compacta e resistente o bastante para ser carregada todo o tempo por cima da bagagem, com a vantagem de continuar sendo útil mesmo em caminhadas ou dias de descanso. Com a abundância de sol e economia no uso dos equipamentos, nunca ficamos sem eletricidade, pois conseguimos carregar até uma bateria e meia por dia. Se tivéssemos que viajar por lugares menos ensolarados como o Reino Unido, teríamos que utilizar placas maiores, pois sua eficiência cai muito em dias nublados.
A tecnologia sempre promete vantagens e vende o sonho de que a vida fica mais fácil com ela. Talvez sim, mas depende de como nos deixamos levar pelos avanços tecnológicos.

“Acho interessante observar que a tecnologia trouxe facilidades e conveniência, mas não conseguiu diminuir minha bagagem. Ao contrário, de certa forma, ela aumentou minha dependência de certas facilidades.”

Não é sem uma grande dose de saudosismo que me lembro das minhas necessidades e soluções elétricas quando fiz a volta ao mundo em 1993. Meu consumo de eletricidade se limitava a quatro equipamentos: câmera fotográfica, odômetro, walkman e uma lanterna.
A câmera era reflex, quase totalmente mecânica, tinha uma pilha pequena como a de um relógio para alimentar o fotômetro e durava por muito tempo, assim como a pilha do odômetro.
Nas noites solitárias, depois do jantar, me permitia gastar um pouco das pilhas do walkman ouvindo uma fita K7 inteira, de toda forma, sempre tinha comigo uma caneta tipo bic para poder rebobinar a fita sem gastar pilha (se você não compreende como uma caneta economiza pilha é porque você é muito novo, pergunte para alguém mais velho que ele te explica).

Apesar de “supermoderna”, com sistema de instalação na cabeça e tudo mais, ao invés de LED minha lanterna usava lâmpadas de filamento que consomem pilha como uma draga. Em países longe da linha do Equador, durante o inverno, eu entrava na barraca por volta das 17 h, quando o sol se punha, e só saía às 08 h do outro dia, após surgirem os primeiros raios de luz. Sem pilhas recarregáveis, lançava mão da luz charmosa, aconchegante e barata de uma vela de cera.

© Rafaela Asprino

Naquela época não precisava verificar ou responder e-mails, pois não havia internet. Se precisasse me comunicar tinha que pegar um papel e escrever uma carta. Em três anos e meio de viagem fiz somente 1.200 fotos, quantidade que podemos fazer em menos de uma semana nos dias de hoje.

Acho interessante observar que a tecnologia trouxe facilidades e conveniência, mas não conseguiu diminuir minha bagagem. Ao contrário, de certa forma, ela aumentou minha dependência de certas facilidades.

Para a maioria das pessoas, nossa lista de equipamentos eletrônicos é um exagero, mas temos um propósito para tudo isso. Veja a foto de nossas bicicletas saindo da estação Avaroa em direção ao Sul de Lipez. Estávamos carregando comida para dez dias e água para três, mesmo assim não parecem bicicletas exageradamente carregadas.

Numa aventura de bicicleta, buscamos justamente sair da zona de conforto. Aprendemos que as restrições nos deixam mais fortes, pois nos fazem ver que conseguimos sobreviver com pouco e quando voltamos para o motor home percebemos que nossa vida é abundante.
Às vezes, o melhor não é ter um equipamento a mais e sim aprender a viver sem a necessidade dele.

 

Como criar a loja virtual de sua bikeshop

A forma de consumo mudou e as compras estão ganhando força no meio digital. As lojas devem estar atentas às tendências e precisam oferecer diferentes formas de compra para os consumidores.

Se você tem uma bikeshop e ainda não oferece uma loja virtual, ligue o alerta vermelho, pois você pode estar perdendo várias vendas por causa disso. Hoje em dia, as lojas devem se adaptar às preferências de cada cliente e oferecer diversas possibilidades de compra. Isso dá mais poder de escolhas para seus clientes.

Veja como criar a sua loja bikeshop virtual e começar a criar credibilidade no mundo digital.

Escolha a plataforma

Felizmente, há plataformas prontas na Internet que possuem toda a estrutura e segurança para você personalizar e criar uma loja online. Isso facilita muito a vida dos donos de negócios, pois não é necessário ter habilidades de programação para colocar uma loja virtual no ar. Veja algumas plataformas disponíveis no mercado:

• Shopify: Uma das mais populares no mundo do e-commerce, o Shopify oferece modelos prontos e de fácil configuração. O sistema tem design responsivo, que significa que são otimizadas para funcionamento por meio de celular, computadores e tablets. Ele oferece grandes possibilidades de relacionar a sua loja com suas redes sociais e usuários, por meio do < ahref=” https://www.facebook.com/business/help/651294705016616″> Pixel do Facebook.

• Wix: O grande diferencial do Wix é que ele permite colocar o PayPal como opção de pagamento, bem como cartões de crédito e opção de boletos bancários. Outro diferencial é a possibilidade de planejar cupons de desconto para seus clientes.

• Magento: O diferencial desta plataforma são os planos com valores acessíveis e as diversas extensões gratuitas que a equipe da ferramenta disponibiliza. Ele ganha pontos quando o assunto é flexibilidade e personalização.

• Drupal: Se você tem conhecimentos de desenvolvimento, vai gostar do Drupal. Trata-se de uma ferramenta de código aberto e permite que você faça a total personalização por meio dos códigos adicionados.

 

Personalize com a sua identidade visual

A sua loja virtual e física deve ter a “mesma cara”, por isso, é importante você investir tempo personalizando a loja com as cores da sua marca e seu logo. Busque um visual atraente e que mantenha o design e navegação de forma intuitiva.

Cadastre os produtos

Essa parte é bastante trabalhosa, pois você deve cadastrar todos os produtos que você deseja vender na loja. Além de fotos atrativas, é fundamental você disponibilizar informações completas de cada produto para que o cliente não abandone a sua loja virtual porque teve dúvidas sobre o produto.

Invista tempo fotografando e adicionando todas as informações sobre os produtos, isso será decisivo para o sucesso da sua loja online.

Ofereça diversas opções de pagamento

É o cliente que deve escolher a melhor forma para pagar pelo produto, por isso, se o seu fluxo de caixa permitir, ofereça diversas possibilidades de pagamento para o cliente, incluindo descontos para pagamento via boleto e opções de parcelamento.

Crie calendário de campanhas promocionais

Seja dia das crianças, Black Friday, Natal, é importante que seu e-commerce entre no clima e crie campanhas para chamar a atenção dos clientes. Elas podem envolver descontos, frete grátis ou brindes. A concorrência é grande e você precisa estar em constante atualização para conseguir se manter competitivo.

Agora que você já sabe como criar uma loja online para a sua bikeshop, que tal colocar a mão na massa e começar 2020 com um e-commerce de sucesso para o seu negócio? Para manter a sua loja com os melhores produtos para seu cliente, acesse o nosso site e navegue pela diversidade de bikes e acessórios que você comprar e vender online.

Qual a diferença entre garfo e suspensão para bicicleta

Se você gosta de andar de bike, seja qual for o motivo, por esporte ou apenas locomoção, já percebeu que há algumas opções quando o assunto é a escolha de peças? Isso porque em alguns casos é preciso escolher entre uma peça e outra a depender de suas vantagens. O garfo e a suspensão para bicicleta são exemplos disso.

Sabemos que o uso pode ser muito amplo, como praticantes de mountain bike, pessoas que usam a bicicleta para trabalho e locomoção em geral, para apenas perder peso, enfim. A melhor alternativa, então, é saber para que serve cada um deles e relacionar com o uso da sua bike. Assim, fica mais fácil saber qual é a peça que mais se encaixa nas suas necessidades enquanto ciclista.

 

O que é e para que serve o garfo rígido?

O garfo rígido é a peça entre o guidom e a roda dianteira, ele é responsável por reduzir o peso da bicicleta. Podemos encontrar no mercado modelos em materiais como alumínio, com cerca de 1,2 quilos, além da fibra de carbono, que pode chegar a um peso ainda menor do que 1 quilo.

A função da peça, principalmente quando mais leve, é ajudar a ganhar velocidade durante o uso da bike. Também é ideal em subidas, pois ajuda a firmar o pneu no chão, trazendo maior estabilidade. Em contrapartida, pode ser mais difícil passar por locais com pedras, por exemplo, ou ainda, ficar com os braços mais cansados.

A suspensão para bicicleta e a sua função

A suspensão é uma ferramenta que auxilia o ciclista a amortecer os impactos durante o trajeto. A peça pode chegar ao peso de quase dois quilos, deixando a dianteira um pouco mais alta. A suspensão torna muito mais fácil e até segura a passagem por terrenos acidentados, pois a peça serve como amortecedor em altas velocidades.

Entretanto, pode ser mais difícil fazer subidas, principalmente pelo peso da peça, e até mesmo manter a estabilidade da velocidade em locais retos. Isso pode gerar uma perda de rendimento para o ciclista por conta da dificuldade em manter a mesma velocidade em diferentes terrenos.

Como escolher entre a suspensão e o garfo

Quando falamos sobre essas duas peças e suas funções, não existe um certo e errado, mas a finalidade e observação das demandas do ciclista. Se você utiliza a sua bicicleta para trajetos simples do dia a dia ou mesmo para fazer um exercício físico, pode ser que o garfo seja o ideal, pela leveza e facilidade em subidas.

Já se a sua finalidade com a bicicleta é praticar esportes, tais como trilhas, por exemplo, a suspensão pode trazer maior segurança e facilitar o uso em terrenos acidentados. Então, o ideal é avaliar as suas necessidades e adquirir a peça que apresente maiores vantagens dentro do seu contexto.

Quando compreendemos a função da peça fica muito mais fácil entender qual é a que mais se aproxima do ideal para nosso contexto. Agora você já sabe escolher entre suspensão e garfo rígido para a sua bicicleta!